Chefão da WSL explica posicionamento da liga após problemas com Gabriel Medina
MatériaMais Notícias
da betcris: Gabriel Medina é um dos, senão o nome mais forte do surfe. No entanto, o brasileiro não participou de metade do circuito mundial neste ano, com intuito de cuidar da saúde mental. Após a última temporada, o brasileiro explicou a situação e recebeu apoio da World Surf League, como explicitado pelo CEO da liga na América Latina, Ivan Martinho.
continua após a publicidadeRelacionadasMais EsportesSaiba onde assistir medalhistas olímpicos do Brasil em fim de semana recheado de eventosMais Esportes04/08/2022Mais EsportesPiu celebra momento de celebridade e relembra resenha inusitada: ‘Marquei rolê na Turquia’Mais Esportes03/08/2022Mais EsportesTour de France feminino protagoniza acidente com mais de 30 ciclistas; veja vídeoMais Esportes28/07/2022
da jogodeouro: Além de reiterar apoio total ao brasileiro, o “chefão” revelou boa relação com o surfista. Em entrevista ao LANCE!, Martinho também citou o exemplo de John John Florence, havaiano e nome fortíssimo na briga pelo título, que se machucou nas duas últimas temporadas.
– A primeira preocupação foi de entender exatamente o que estava acontecendo com o Gabriel. A gente precisa trabalhar junto, seja dentro ou fora da água. Ele é um garoto espetacular, não só profissionalmente, ele dispensa apresentação – disse, antes de completar:
– Para nós, a principal preocupação era de dar apoio ao Gabriel para que ele pudesse retornar mais forte, assim como ele fez. Mas também queríamos frisar que essas coisas acontecem, o próprio John John (Florence) teve contusões que o tiraram da temporada por dois anos seguidos – analisou.
+Pedro Scooby sofre lesão grave no joelho e ficará afastado do surfe por um mês
O CEO comentou, ainda, sobre um novo ciclo ter sido aberto com a ausência de Medina. Sem o brasileiro, nomes como Jack Robinson, Griffin Colapinto, Filipe Toledo e Ítalo Ferreira puderam emergir e buscar o título da Championship Series.
– Faz parte do negócio, temos que lidar com isso. Ao mesmo tempo, essas coisas abrem caminhos para um Final Five sem o Gabriel (Medina), algo que era impensável antes da temporada. A vida é feita de ciclos, essa porta foi aberta, embora eu ache que ídolos sempre engrandecem a experiência – finalizou.
O circuito mundial da WSL está em seus momentos finais. Falta apenas a etapa de Teahupo’o, no Taiti, antes do corte final para a decisão, que será disputada em Trestles, na Califórnia. E dois brasileiros estão firmes na luta pelo título.
Filipe Toledo, líder do ranking mundial, já está garantido na finalíssima junto com Jack Robinson, da Austrália. Ítalo Ferreira ainda busca confirmar vaga entre os cinco melhores, embora esteja com a classificação encaminhada. O potiguar ocupa a quarta colocação.
*Estagiário, sob supervisão de Ricardo Guimarães.